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Oioioi, tudo bem com você?!

Aqui é quase um post por mês, né?! rs Vou tentar manter o blog vivo, porque né?!
Gente, os blogs todos morrendo por aí, masss eu gosto de escrever já tenho várias resenhas todas quase prontinhas pra postar (falta eu bater as fotos), mas vamos falar de filme hoje, um filme que foi muito aguardado por mim e que não vi passando em nenhum cinema, então acabei vendo online mesmo e resolvi escrever sobre ele porque assim se houver algum fã de The Smiths passando pelo blog, já pode deixar o seu comentário por aqui pra travarmos uma amizade sincera! 😉

O tal filme chama-se England is Mine (em referência a uma música da banda chamada I Still), mas pra eu contar pra você sobre ele, primeiro de tudo você precisa saber que existe um cantor inglês chamado, Steven Patrick Morrissey, ou simplesmente Morrissey, ou Moz ele ficou conhecido nos anos 80 como vocalista da banda The Smiths (por mais incrível que possa parecer a banda durou apenas 5 anos, mas faz sucesso até hoje). Atualmente, Morrissey possui uma carreira solo bem sucedida, com as suas letras melancólicas (que eu adoro e me identifico com várias) e também de conteúdo político, o último álbum solo dele intitulado 'Low in high-school' foi lançado oficialmente no dia 17/11, se você ainda não o conhece e quiser é só procurar no YouTube.


Mas vamos ao filme, que mostra um jovem Morrissey, em um período que antecedeu a formação da banda The Smiths.  O vídeo começa mostrando o início de sua carreira como jornalista musical. "A cena musical local é o resultado de uma reunião de trogloditas cuja sutileza e pluralidade é comparável à paixão de um porco pelo matadouro", narra Steven Patrick Morrissey, interpretado por Jack Lowden, ao escrever uma crítica mordaz. 

O filme explora bem o lado egocêntrico e melancólico de Moz (durante todo o filme você vai vê-lo com o seu caderninho de anotações) a difícil relação com o seu pai, o incentivo que recebe da mãe para ter coragem de seguir a sua vocação, é uma cinebiografia não autorizada, talvez por esse motivo o filme possa ter fugido a realidade de alguns fatos e se prendido em algumas coisas bobas como a relação entre o cantor e uma colega de trabalho,  chamada Christine (Jodie Comer).


Há várias referências ao longo do filme aos influenciadores de Morrissey como Oscar Wilde, livros que Morrissey mencionava amar nos anos 80 estão alocados nas prateleiras de seu quarto, além de uma camiseta da banda New York Dolls usada em diversas cenas.

Em "England is Mine" Morrissey é instigado por provocações da amiga e artista visual Linder Sterling, interpretada por Jessica Brown Findlay, e assim o escritor dá início à própria carreira na música — primeiro tocando com o The Nosebleeds, e depois conhecendo o guitarrista Johnny Marr, com quem fundou o The Smiths.


Acredito que o longa acabou ficando um tanto caricato, não digo que não gostei, na verdade até gostei, porém esperava um pouco mais até por ser um filme com produção de Orian Williams, o mesmo cara que produziu Control (falei dele aqui). Há a ausência das músicas dos Smiths, por se tratar de uma cinebiografia não autorizada.
A sensação que me deu foi que o filme deveria começar no ponto em que ele terminou, que foi justamente quando Moz depois de um período um tanto depressivo se junta a Johnny Marr, provavelmente esse início da formação da banda não pôde ter sido retratado pelo fato de não poder haver músicas dos Smiths, já que ficaria meio que impossível retratar o começo da trajetória da banda sem ter nenhuma música da própria banda.


Por hoje é só e eu confesso a você que se eu ver Liga da Justiça essa semana, não vou resistir e vou acabar fazendo mais um post sobre filmes. rs
Eu sei que esse não é o assunto principal do blog, mas não consigo resistir, afinal um dos meus primeiros blogs se você não sabe foi sobre advinha, advinha, advinha? Filmes! rs
O site que eu vi "England is Mine" se chama Filmesonlinehd7 e é .cc, não é .com 😉



Beijos e até a próxima. 😘

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7 Comentários

  1. Gostei da tua resenha, principalmente pelos detalhes do filme ♥ Não é uma trama que me chama atenção, mas ainda assim achei o trailer bem construído, com atores que sabiam o que estavam fazendo. Acho bacana pegar filmes que falam sobre um personagem em específico justamente para conhecermos melhor, isso acaba agregando valor e conhecimento.

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  2. Excelente crítica. Eu vou torcer para chegar na Netflix...rs... Essa banda entrou para a história e fiquei chocada por existirem só por 5 anos. Um outro filme sobre essa temática que amo é Quase Famosos.
    Beijos!
    Gatita&Cia.

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  3. Eu não conhecia a banda, mas acho bacana retratar sobre elas pra gente conhecer melhor! Não é um filme que me chama a atenção, mas gostei muito de suas críticas!

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  4. Aparenta ser um bom filme, mas pelo que entendi da sua resenha ele vai ser melhor apreciando pelos fãs, então é algo que não entraria na minha lista de preciso ver, mas se tivesse passando na TV assistira sem problemas.

    Blog Profano Feminino

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  5. Boa resenha, gosto quando o autor coloca não somente os pontos positivos, mas também os pontos negativos, como no comentário acima acho que os fãs da banda gostariam mais, mas talvez eu assista alguma hora

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  6. Eu gosto de filmes que passam décadas passadas, os franceses no meu gosto pessoal são os melhores.
    Mas não sei se conseguiria assistir pois ficaria decepcionada se eu gostasse muito da banda e percebesse ausência das canções.
    Porém sua resenha ficou bem construída e atrativa, parabéns.

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  7. Eu também to nessas de quase um post por mês, e também to com vários prontos, só não consigo ter tempo para fazer as fotos. Conheço The Smiths apenas pelo nome, não sabia que tinha durado tão pouco. Quero ver esse filme, mesmo não conhecendo a banda, adoro filmes biográficos.

    Bites!
    Tary Belmont

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